quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O PRINCÍPIO CÓSMICO DA LEI DA RECIPROCIDADE













Vamos dividir o assunto em três partes : reciprocidade como lei e princípio cósmico ; de que modo esta lei se manifesta na vida humana ; e natureza e origem dos entraves que perturbam o equilíbrio da reciprocidade.
 Não pode haver criação se não houver reciprocidade. Reciprocidade significa que duas entidades ou aspectos , aparentemente ou superficialmente diferentes , se aproximam um do outro com a finalidade de se unir e formar um todo abrangente. Um se abre ao outro , coopera com ele e o afeta , criando uma nova manifestação divina. As novas formas de auto-expressão só podem adquirir vida quando o eu se funde com alguma coisa além de si mesmo. A reciprocidade é o movimento que elimina a distância entre a dualidade e a unidade. Sempre que existe separação , é preciso que passe a haver reciprocidade para acabar com a separação.
Nada pode ser criado se não houver reciprocidade , seja uma nova galáxia , uma obra de arte ou um bom relacionamento entre seres humanos. Isto se aplica até a criação do objeto mais simples. Primeiro , é preciso que a idéia do objeto se forme na mente. Sem inspiração criativa e imaginação , através das quais a mente ultrapassa a percepção anterior do que já existe , nem sequer um plano pode ser concebido. O aspecto criativo , então , coopera com o segundo aspecto da reciprocidade , ou seja , a execução , que implica trabalho , esforço , perseverança e autodisciplina. O primeiro aspecto , o pensamento criativo e a inspiração , não pode concluir a criação enquanto o segundo aspecto , a execução , não é introduzido.
Os seres humanos não são criativos por dois motivos : não estão dispostos a adotar a autodisciplina necessária para levar a cabo suas idéias criativas , ou são emocional e espiritualmente retraídos demais para abrir seus próprios canais de criação. Quando as pessoas começam a solucionar os conflitos interiores e ficam mais saudáveis e equilibradas , elas encontram esses canais pessoais de vazão da criatividade , que produzem a mais profunda satisfação.

A RECIPROCIDADE COMO PONTE
O desequilíbrio dos dois aspectos da criação é particularmente notório na área dos relacionamentos humanos. O movimento que reúne duas pessoas , pela atração inicial e pelo amor , é criativo , espontâneo e desenvolto. No entanto , a ligação raramente se mantém. O que acontece na maioria das vezes é que a tarefa de solucionar as dissensões internas ocultas é negligenciada. Prevalece a idéia infantil de que o eu é impotente para determinar o rumo do relacionamento. Em geral , este é tratado como se fosse uma entidade distinta que , para o bem ou para o mal , segue seu próprio curso.
A reciprocidade é a ponte que leva à unificação. É preciso que dois movimentos de expansão se toquem , numa interação harmônica de dar e de receber , de cooperação mútua e abertura positiva. Duas “correntes de aquiescência” – manifestações de intenções positivas – devem se encontrar. A capacidade de aceitar , de suportar e sustentar o prazer só pode ser aprendida gradualmente , e é uma das metas mais difíceis de alcançar. Essa capacidade depende diretamente da integridade espiritual e emocional da pessoa. Segue-se que a reciprocidade depende da capacidade de a entidade dizer “sim” quando ouve um “sim”.
Isto nos leva à segunda parte deste artigo.

COMO SE APLICA O PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE AO ATUAL ESTÁGIO DE DESENVOLVIMENTO DA HUMANIDADE ?
Existem três graduações.
O ser humano menos desenvolvido , e ainda cheio de medo e concepções erradas , pode expandir-se muito pouco. Como expansão e reciprocidade são interdependentes , a reciprocidade é impossível na medida em que a expansão é recusada. Todos os seres humanos , até certo ponto , têm medo de se abrirem , como você sabem. Talvez vocês não desconfiem que esse medo também existem em vocês. Ou , se suspeitarem , talvez consigam interpretá-lo de outra forma , pois têm vergonha em admiti-lo. Talvez achem que existe alguma coisa particularmente errada com vocês , alguma coisa que não está presente em nenhum outro ser humano de valor. Por isso , não querem deixar que ninguém suspeite desse defeito. Mas, à medida que prossegue o trabalho interior , vocês aprendem a admitir e a aceitar sem reservas , e a entender corretamente , a universalidade do problema , podendo então reconhecer o medo de se abrir e de se expandir. Pode ser que , às vezes , vocês estejam bem cientes desse modo e da forma como refreiam à energia , os sentimentos e as forças vitais , por julgarem que esse tipo de controle lhes dá mais segurança. Os problemas com a reciprocidade dependerão do procedimento de vocês nesse particular.
As pessoas menos desenvolvidas e mais desligadas de sua verdade interior não estão prontas para nenhum tipo de expansão e , portanto , de reciprocidade. No entanto , isto não significa que o anseio pela reciprocidade esteja eliminado ; ele está sempre presente. Algumas entidades , contudo , conseguem abafar o anseio de expansão e de reciprocidade , talvez durante encarnações inteiras , sem perceber que falta tanta coisa às suas vidas. Elas se contentam com a pseudo-segurança da separação e do isolamento , pois estes são menos ameaçadores , ou assim parece.
Mas quando o desenvolvimento avança um pouco mais , o anseio se torna mais forte e mais consciente. Há muitos graus e muitas alternativas. Para maior clareza , vamos simplificar ao máximo : as pessoas do segundo estágio estão dispostas a se abrir , porém ainda sentem medo quando surge uma oportunidade de real reciprocidade. A única forma que as pessoas desse estágio têm de experimentar o contentamento e o prazer da expansão e da união é a fantasia.
Isto leva a uma instabilidade muito comum e freqüente de experiências. As pessoas desse estágio estão convencidas de que o forte anseio indica que já estão preparadas para a verdadeira reciprocidade. Afinal , em sua fantasia elas já passaram por essa bela experiência ! O fato de a experiência ainda não ter passado à realidade é atribuído à falta de sorte em encontrar o parceiro certo , com quem as fantasias poderiam se concretizar. Quando finalmente aparece um parceiro , o velho medo continua avassalador. Os movimentos da alma se retraem e a fantasia não pode ser realizada. Normalmente , a pessoa procura explicações em circunstâncias externas de todo tipo , o que pode ser até verdadeiro. O parceiro pode , de fato , ter deficiências demais para que o sonho se concretize. No entanto , esse mesmo fato não indica que alguma força mais profunda deve estar operando na psique dessa pessoa , fazendo-a atrair um parceiro que parece justificar o movimento de retração ? Pois o eu profundo sempre sabe em que ponto a pessoa se encontra. Se continuar a haver falta de vontade de enfrentar sinceramente as questões mais profundas , os subterfúgios e as desculpas são muito necessários para a preservação do ego. No entanto , o fracasso no relacionamento sempre indica que o eu ainda não está pronto para colocar em prática a verdadeira reciprocidade.
Muitas pessoas continuam alternando períodos de isolamento e desejos internos e períodos de satisfação temporária , de modo que obstáculos externos ou internos impedem a reciprocidade total. As decepções que daí decorrem podem acrescentar ainda mais justificativas aos medos inconscientes que alimentam a decisão de não se abrir e acompanhar a correnteza da vida. A dor e a confusão muitas vezes atingem profundamente as pessoas presas a esse estágio. Mas essa dor , essa confusão acabarão levando a mais trabalho com o eu e ao compromisso pleno de encontrar a fonte interior dessa instabilidade.
O significado desse estágio raramente é compreendido. A dor e a confusão estão presentes por que a verdadeira importância da instabilidade não é reconhecida. Quando uma pessoa em desenvolvimento percebe que os períodos de solidão proporcionam a oportunidade de abrir-se com relativa segurança e sentir , mesmo que seja por meio do outro , certa satisfação , sem correr os riscos correspondentes , essa pessoa deu , na verdade , um passo substancial no sentido do conhecimento de si mesma. Ao mesmo tempo , ao reconhecer a real importância das dificuldades encontradas nos períodos em que faz tentativas de se relacionar , acontece a mesma coisa. Os períodos alternantes de solidão e relacionamento são dotados de válvulas de segurança : cada um deles preserva o eu no seu estado de separação e , simultaneamente , ajuda-o a se aventurar até o ponto em que a entidade está preparada para renunciar à separação.
Em algum ponto da estrada da evolução individual , porém , todas as pessoas chegam a reconhecer sem reservas como é dolorosa essa instabilidade , o que leva posteriormente ao compromisso de se abrir à reciprocidade e à satisfação , à interação e à expansão , à cooperação e ao prazer positivo. Isso sempre exige a renúncia ao prazer negativo da pseudo-segurança. A alma , então , está pronta para aprender , para experimentar , para correr o risco da reciprocidade , do amor , do prazer , e atuar com segurança em estado de abertura.
No terceiro estágio estão as pessoas capazes de manter a reciprocidade na realidade – e não na fantasia , não apenas como um desejo. É desnecessário dizer que nem todos os relacionamentos estáveis da terra exibem reciprocidade verdadeira. De fato , eles são muito raros. A maioria dos relacionamentos se baseia em outras premissas , ou então a intenção da reciprocidade estava presente de início mas foi abandonada quando se tornou impossível mantê-la , sendo então substituída por outros laços.
Estes são , basicamente , os três estágios que a humanidade atravessa no tocante à reciprocidade. É claro que eles não podem ser diferenciados com linhas tão nítidas. Muitas vezes existe sobreposição , oscilação e intercâmbio entre eles ; há muitos graus que se aplicam a cada um dos diferentes níveis da personalidade. O que talvez seja verdadeiro com relação a um nível de uma pessoa em particular pode não se aplicar a outro nível.

O QUE IMPEDE A EXISTÊNCIA DE RECIPROCIDADE ENTRE OS SERES HUMANOS ?
Vamos agora passar a terceira e , talvez , mais importante parte deste artigo. Quais são os obstáculos que impedem a reciprocidade entre dois seres humanos ? A explicação dada , em parte correta , são os problemas das pessoas. No entanto , isso não é tudo.   
Só pode haver reciprocidade na medida em que as pessoas conhecem e contatam o seu lado destrutivo , anteriormente oculto. Inversamente , se existe uma fratura entre o esforço consciente visando à bondade , ao amor e a generosidade , e a inclinação inconsciente para a destrutividade , não pode haver reciprocidade. Queremos frisar que a reciprocidade não está ausente porque os aspectos negativos continuam presentes , e sim porque eles não são suficientemente percebidos. Esta é uma distinção importantíssima. Em geral , os seres humanos encaram esse problema exatamente pelo prisma oposto. Acreditam que precisam primeiro erradicar o mal ainda existente , caso contrário não são merecedores do contentamento decorrente da reciprocidade. O mal interior é assustador demais para ser reconhecido e , portanto , a cisão entre a percepção consciente do eu e a recusa inconsciente do eu amplia-se durante a vida.
Se você estiver desligado do seu inconsciente , precisará manifestar aquilo que , lá no fundo , sabe que existe no seu interior. Você o manifestará com outra pessoa e afetará o inconsciente e o nível oculto dessa pessoa. A menos que essa chave seja aplicada , os relacionamentos necessariamente tropeçam ou se deterioram , e a reciprocidade , na sua verdadeira acepção , não pode se desenvolver. Portanto , é muito importante que se tenha contato cada vez maior com os aspectos destrutivos inconscientes do seu ser. Como parece difícil preencher a lacuna entre o bem consciente e o mal inconsciente ! Quanto esforço exige de todos , e quantas pessoas são tentadas a abandonar totalmente essa empresa , porque parece doloroso e difícil demais aceitar os aspectos antes inaceitáveis de si mesmas ! No entanto , antes disso , a vida não pode ser realmente vivida.
A menos que a cisão entre o eu consciente e o eu real , que abrange os aspectos inconscientes , seja trazida à consciência , ela reaparecerá entre vocês e os outros. Conscientizar-se do eu real é começar a preencher essa lacuna – a consciência a diminui. A consciência , no fim das contas , leva à aceitação do que era anteriormente negado. Se não houver reciprocidade entre vocês e todos os aspectos de vocês mesmos , por causa de padrões , exigências e expectativas irrealistas , é absolutamente inconcebível que algum dia possa existir reciprocidade entre vocês e os outros.
A reciprocidade entre você e o seu eu interior está ausente quando a maldade interior é negada. Quem rejeita o mal ignora e nega a energia criativa original e vital contida em toda maldade. É preciso ter acesso a essa energia para poder tornar-se íntegro. A energia só pode ser transformada quando a pessoa está ciente do desvirtuamento da sua forma : no entanto , se você rejeitar sua manifestação atual , como poderá transformá-la ? Portanto , a divisão interna persiste. E quando essa divisão não é consciente , ela se reflete nos relacionamentos – ou na sua falta. Por piores e mais inaceitáveis que sejam quaisquer traços seus , por mais indesejáveis e perniciosos que sejam , a energia e a substância que os compõem são uma força vital , sem a qual vocês não podem funcionar completamente. Só na condição de pessoas íntegras é que vocês conseguem alimentar o prazer ; e só como pessoas plenamente conscientes é que vocês podem ser íntegros. Só então vocês deixarão de bloquear o movimento de expansão e poderão fluir no universo de outra entidade , permanecendo abertos para receber dela correntes de energia e movimentos da alma.

AS CHAVES DO TRABALHO INTERIOR
A desunião interior não pode trazer a união com os outros. É rematada tolice esperar que isso aconteça. No entanto , vocês não precisam esperar até estarem totalmente unificados. Se vocês usarem seus relacionamentos como gabarito para medir o estado de cisão interna e a disposição em aceitar sua parte negativa , caminharão para uma maior aceitação de vocês mesmos. Simultaneamente , a capacidade de agir com reciprocidade crescerá proporcionalmente a essa aceitação. Portanto , seus relacionamentos melhorarão e ficarão muito mais significativos. A aceitação de qualquer parte que vocês tenham rejeitado em si mesmos , recusando-se a torná-la consciente , resultará imediatamente em maior aceitação e compreensão das pessoas com as quais vocês lidam. A partir daí , a reciprocidade se tornará possível.
Da mesma forma , quem não consegue aceitar o seu lado mau , pensando que “primeiro eu preciso ser perfeito para depois poder me aceitar , amar e confiar em mim” , demonstrará uma atitude idêntica em relação aos outros. Quando a realidade mostrar que o outro está longe de ser perfeito , ele é rejeitado , assim como a própria pessoa sistematicamente se rejeita. A diferença é que , na maior parte do tempo , vocês conseguem não ver o que fazem a si próprios. Isso é muito lamentável. Vocês conseguem não encarar imparcialmente a rejeição do seu eu imperfeito e do outro : vocês racionalizam. Isso provoca uma divisão interior que torna impossíveis a reciprocidade e o contentamento.
Todos vocês podem aproveitar estas palavras como uma chave muito prática e pronta para ser usada no trabalho interior. Podem examinar as relações com a família , os parceiros , os associados , os amigos , os contatos profissionais. Examinem de perto qualquer situação em que haja envolvimento com outras pessoas se houver alguma coisa , nessas pessoas , que seja motivo de perturbação. Até que ponto vocês realmente se abrem à realidade do outro ? Se responderem com sinceridade e concluírem que não estão se abrindo , usem esta chave. Naturalmente , é fácil evitar essa visão ocupando-se com explicações , justificativas , racionalizações – e até com uma forte sensação de culpa , muita passível de ser confundida com auto-aceitação , mas que está tão longe desta como a auto-rejeição explícita. Nas camadas emocionais mais profundas , você verão que , em muitos casos , há muita pouca disposição em aceitar os outros. Descobrindo aos poucos o quanto são intolerantes e críticos com os outros , vocês perceberão que fazem exatamente a mesma coisa consigo mesmos.
Quem está envolvido com relacionamentos insípidos e insatisfatórios , sem intensidade , sem gratificação e intimidade , onde só se mostra superficialmente – talvez revelando apenas a imagem idealizada de si mesmo que julga ser a sua única faceta aceitável - , terá também uma boa medida de onde está internamente. Essa pessoa não está nem mesmo se arriscando , pois é incapaz de se aceitar. Portanto , não pode acreditar que o seu eu verdadeiro e autêntico possa ser aceito , nem consegue aceitar os outros como são no seu estágio atual de desenvolvimento. Tudo isso exclui a reciprocidade.
A postura aberta e receptiva , o tranqüilo contentamento sentido ao flutuar em outro campo de energia e aceitar o que emana dele – esse contentamento é intolerável e parece perigoso para quem se detesta. Se vocês se retraem depois de se soltar por algum tempo , podem perceber que isso acontece porque vocês são maus e não merecem a felicidade , mas porque não conseguem aceitar integralmente as forças e energias que atualmente existem no seu íntimo. Dessa forma , vocês ficam presos na fase de retraimento , sem poder transformá-la em expansão.
Assim , o princípio da reciprocidade precisa ser aplicado primeiro ao relacionamento entre cada um e o eu interior ; só então ele pode ser estendido ao relacionamento com os outros. Mas queremos dizer-lhes que todas as separações que parecem tão reais na realidade de vocês são tão ilusórias quanto à cisão interior. É um artefato cuja existência se deve exclusivamente ao fato de alguma coisa ser rejeitada. Ao fechar os olhos e a consciência para a totalidade do que são neste estágio , vocês criam dois eus aparentes : o aceitável e o inaceitável. Mas , na realidade , não há duas entidades : ambas são vocês , quer queiram quer não queiram saber disso agora. Cada um de vocês é , realmente , duas pessoas ? É claro que não. A mesma ilusão se aplica a todas as entidades aparentemente separadas. Nesse caso , também , a separação é uma criação arbitrária e artificial da mente. Na verdade , essa divisão não existe. Essa idéia pode não ser fácil para vocês a essa altura , mas o fato é que os seres humanos vivem com a ilusão geral da separação , que é a causa da dor e da luta. Na realidade , tudo é um , e todas as entidades estão ligadas a tudo o mais no universo – e não se trata apenas de uma metáfora. Uma só consciência permeia o universo e tudo o que nele existe. Mas vocês só poderão começar a sentir essa unidade quando nenhuma parte da personalidade de vocês for excluída , rejeitada ou cortada.

FLUXO DE ENERGIA E RECIPROCIDADE
Vocês poderia perguntar : quais são os aspectos da reciprocidade no plano físico , mental e espiritual do ponto de vista energético.
Do ponto de vista energético , o movimento de expansão é voltado para fora. Quando dois seres humanos se abrem um para o outro , reciprocamente , e são capazes de aceitar o fluxo do outro sem retração , a energia de um interpenetra o campo de energia do outro e vice-versa. Trata-se de um intercâmbio , de um fluxo cruzado constante. É diferente quando duas pessoas continuam separadas , se retraem , não conseguem abrir-se à reciprocidade. Estas ficam encapsuladas , cada uma como uma ilha , com pouca ou nenhuma troca de energia. E , quando o intercâmbio de energia é bloqueado , há um atraso no grande plano da evolução.
Quando uma pessoa só consegue se abrir quando não há possibilidade de reciprocidade ,ou quando uma corrente de aquiescência encontra uma corrente de negação , porque a reciprocidade ainda parece muito assustadora , um fluxo de energia é liberado , mas é repelido e devolvido , pois o outro campo de energia está fechado . Este se assemelha a um muro que detém o fluxo que se aproxima. Assim , os dois fluxos jamais podem transformar-se em um. Esse fenômeno é fácil de observar na vida do dia–a-dia. As pessoas se apaixonam e não são correspondidas , ou , por motivos aparentemente incompreensíveis , se “desapaixonam” quando o parceiro tem sentimentos muito fortes. O mesmo princípio existe nos relacionamentos já estabelecidos : quando um está aberto , o outro está fechado , e vice-versa. Apenas o desenvolvimento constante e o crescimento mudam esse quadro , de modo que ambos aprendam a permanecer abertos ao outro.
Nos planos espiritual e emocional , o estágio mais baixo indica um medo muito forte. O medo de aceitar o eu no seu estágio atual é essencialmente o mesmo medo que quer fugir da verdadeira reciprocidade e da felicidade. Como o medo está presente , o ódio , com todos os seus derivados , também está.
Os planos mentais são afetados por esse processo de fuga quando uma pessoa busca explicações prontas para o que não pode ser entendido enquanto o eu não for aceito como é no momento. A mente fica tão agitada que não consegue sintonizar as vozes superiores do eu , as verdades mais profundas do universo. Assim , cria-se mais separação. O ruído mental cria mais desligamento em relação aos sentimentos e ao estado que gerou essas condições. Essa pessoa ou entidade é forçada , por sua própria escolha , a viver num estado constante de frustração e de insatisfação. Fisicamente , é claro que isso gera bloqueios corporais.
No segundo estágio , em que a abertura e retraimento se alternam , a pessoa fica mentalmente confusa. Pesquisar e proceder por tentativas não pode resultar em respostas verdadeiras enquanto o eu não é aceito com o que tem de pior. A confusão mental gera mais frustração e raiva. As interpretações errôneas que deveriam explicar por que essa pessoa nunca consegue a reciprocidade só aumentam a frustração e , consequentemente , a raiva e o ódio. No plano emocional , o desejo e a decepção se alternam com a satisfação na fantasia. Isso indica certo grau de abertura e de fluxo , embora sem reciprocidade verdadeira , mas com retraimento e recuo , acompanhados de raiva e ódio , decepção e acusação.
Quando a aceitação de si mesmo torna possível a reciprocidade e há intercâmbio de energia , os movimentos universais fluem tranquilamente. A alternação saudável entre os princípios de expansão , contração e imobilidade é a norma quando as pessoas se inserem no ritmo eterno , em harmonia com o universo.

SHAUMBRA e NAMASTÊ !!!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O CAMINHO PARA O PLANO UNIFICADO DE CONSCIÊNCIA











Vivemos num plano de dualidade. Todas as nossas experiências são filtradas por uma consciência dualista. O estado de dualidade é angustiante porque oscilamos entre alternativas opostas ; percebemos a vida como uma série de acontecimentos que classificamos como bons ou maus. A dualidade mais assustadora é a que separa a vida e a morte. Sabemos , no entanto , que existe uma consciência superior num plano unificado e que a felicidade maior consiste em estar em contato com essa consciência. Esforçamo-nos para alcançar a unificação , mas como chegar a ela sem renegar partes de nosso ser atual ?
A compreensão deste artigo somente pode ocorrer à medida que cada um penetrar nas camadas profundas de seu inconsciente , o lugar onde se aplica o que dissemos.
Há dois modos básicos de considerar a vida e o eu. Em outras palavras , existem duas possibilidades fundamentais para a consciência humana : a do plano dualista e a do plano unificado. A maioria dos seres humanos vive principalmente no plano dualista , onde se percebe e vivencia tudo por oposições : ou...ou , bom ou mau , certo ou errado , vida ou morte. Ou seja , praticamente tudo o que você encontra , todo problema humano , está moldado por este dualismo. O princípio unificado combina os opostos do dualismo. Transcendendo o dualismo , você transcenderá o plano dualista , e por isso a maioria das pessoas experimenta apenas um sabor casual da perspectiva ilimitada , da sabedoria e da liberdade do plano unificado.
No plano unificado de consciência não há opostos. Não há bom ou mau , não existe certo ou errado nem vida ou morte. Há somente bom , somente certo , somente vida. Entretanto , não se trata do tipo de bom , de certo ou de vida evidenciado por um dos pólos opostos do dualismo. O tipo a que nos referimos transcende ambos os extremos e é totalmente diferente tanto de um como do outro. O bom , o certo e a vida que existem no plano unificado de consciência unem os pólos dualistas , fato que elimina o conflito. Esta é a razão por que viver num estado unificado , numa realidade absoluta , cria a felicidade , a bem-aventurança , a liberdade ilimitada , a plenitude e aquela realização infinita de potenciais que a religião chama de céu. Em geral , pensa-se que o céu é um lugar situado no tempo e no espaço. Obviamente , não é isso que acontece. O céu é um estado de consciência que pode ser concretizado a qualquer momento por qualquer entidade , quer seja um ser humano em carne e osso , quer se trate de alguém que não vive num corpo material.

O CAMINHO PARA O PLANO UNIFICADO É A COMPREENSÃO
O estado de consciência unificado é alcançado através da compreensão ou da sabedoria. A vida no plano dualista é um problema constante. Você tem de lutar contra a divisão arbitrária e ilusória do princípio unificado , divisão essa que cria as oposições , que , por sua vez , dão origem aos conflitos. Esta criação de opostos irreconciliáveis gera a tensão interior e , como decorrência , o conflito com o mundo externo.
Vamos compreender um pouco melhor esta luta peculiar , e portanto a situação humana. Apesar de seu desconhecimento e inconsciência dele , você já tem um estado de mente unificado no seu verdadeiro eu. Esse verdadeiro eu encarna o princípio unificado. Mas , mesmo os que nunca ouviram falar disso têm um anseio profundo e uma sensação quase totalmente inconsciente de um estado mental e de uma experiência de vida diferentes daqueles que conhecem. Eles aspiram à liberdade , à felicidade e ao domínio da vida que o estado de consciência unificado proporciona.
Esse anseio é mal interpretado pela personalidade , em parte porque ele se constitui numa aspiração inconsciente à felicidade e à realização. Mas procuremos entender com mais precisão o que essas palavras realmente significam. Elas traduzem a unificação dos opostos dualistas , de modo a não mais haver nenhuma tensão , nenhum conflito , nenhum medo. Consequentemente , o mundo torna-se vivo e o eu é o mestre , não de um modo tenso e hostil , mas no sentido de que a vida pode ser exatamente o que o indivíduo decide que ela seja. Esta liberdade , domínio e regozijo , esta libertação , tudo é buscado consciente e inconscientemente.
A interpretação errônea desse anseio acontece em parte porque ele é inconsciente – apenas uma sensação vaga enterrada no fundo da alma. Mas mesmo quando existe o conhecimento teórico de tal estado , ainda assim é mal interpretado por uma razão diferente. Quando a liberdade , o domínio , a unificação e o bem-estar resultantes do estado unificado de consciência são buscados no plano dualista , disso resulta um conflito enorme , porque é absolutamente impossível alcançar essas realidades nesse plano. Você luta para que a realização de seu anseio profundo transcenda e encontre , fundo em você , um novo estado de consciência onde tudo é um. Ao procurar isso num plano onde tudo é dividido , você jamais encontrará o que busca. Você se desesperará e se dividirá ainda mais em conflitos , pois a ilusão cria a dualidade.
Isso acontece particularmente com as pessoas que desconhecem essas possibilidades , mas ocorre também com pessoas mais preparadas espiritualmente , mas que ignoram as diferenças entre esses dois planos e também como podem aprender a transcender o plano dualista em sua vivência prática diária.
Quando o anseio vago pelo plano de consciência unificado ou seu conhecimento teórico preciso é mal compreendido e , por causa disso , é procurado no plano dualista , então , o que acontece é isto : você sente que existe apenas o bem , a liberdade , a justiça , a beleza , o amor , a verdade , a vida , seu um oposto ameaçador , mas quando aplica isto no plano dualista , você é imediatamente lançado no próprio conflito que procura evitar. Você então se põe a defender um dos aspectos dualistas , em detrimento do outro. E essa opção sua torna a transcendência impossível.
Vamos demonstrar isso com um problema humano familiar , do dia-a-dia , para que todos possam compreender estas palavras de modo mais prático. Vamos supor que você esteja em desavença com um amigo. Sob seu ângulo de visão , você está convencido de que está com a razão e que , por conseqüência , seu amigo está errado. Sob o ângulo dualista , tudo se reduz a ou...ou. Parece importar mais o resultado do que o fato em si , porque quando a intensidade das emoções é realmente testada , em geral ela não tem relação com a questão em foco. Ela se igualaria a uma questão de vida ou morte. Embora isso possa parecer-lhe irracional num nível consciente , no nível inconsciente estar errado significa , de fato , estar morto , porque estar errado significa ser negado pelo outro. No plano dualista , seu sentido de identidade está associado com a outra pessoa , não com o seu verdadeiro eu. Enquanto você for apenas um ego exterior , você dependerá dos outros. Daí que uma simples rixa se torna uma questão de vida ou morte , o que explica a intensidade das emoções quando se trata de provar o acerto seu e o erro do outro. Somente depois de tomar consciência do Centro do seu ser , que corporifica a unificação , é que sua vida deixa de depender dos outros.
No plano dualista , todas as questões terminam ou em vida ou em morte. A vida se torna de fundamental importância para evitar a morte. Muitas vezes as pessoas temem tanto a morte , que se lançam para ela de peito aberto. Indivíduos assim não se livram do medo da morte. Bem ao contrário. Sua luta constante com a vida , que resulta de seu medo e de sua luta contra a morte , os torna tão infelizes que acreditam não temer a morte. Essa é uma ilusão característica enquanto a vida é percebida no plano dualista ; um lado é considerado mais importante e a pessoa luta por ele , enquanto o outro é visto como uma ameaça e a pessoa luta contra ele. Enquanto você sentir que deve vencer porque considera o seu lado verdadeiro e o do outro falso , você estará profundamente envolvido no mundo da dualidade , e portanto na ilusão , no conflito e na confusão. Quanto mais você lutar desse modo , maior se tornará a confusão.
Os seres humanos geralmente passam por períodos de aprendizagem que fazem parte de sua formação , e tudo o que aprendem do meio em que vivem resume-se em que cada um deve lutar por si mesmo e contra o outro , seja qual for o número de opostos. Isso não se aplica somente às questões materiais , mas também aos conceitos , e de maneira bem mais decisiva. Toda verdade pode assim ser dividida em dois opostos , um ao qual se deve aderir como sendo o “certo” , e o outro ao qual se deve rejeitar por ser “errado”. Na realidade , entretanto , ambos se complementam mutuamente. No plano unificado , não se pode pensar um aspecto sem o outro. Aí os complementos não são “inimigos” ou negações um do outro ; é somente no plano de consciência dualista que eles se opõem. Neste , todo conflito se multiplica em subdivisões intrincadas da divisão dualista primária. Visto que tudo isto é produto da ilusão , quanto mais o conflito continuar , menos condições você terá de resolvê-lo e mais desesperançadamente você nele se enredará.
Retornemos agora ao nosso exemplo e demonstremos como isto acontece. Quanto mais você tentar provar que seu amigo está errado , mais aumentará a fricção e você ganhará menos do que pensava ganhar pela tentativa de provar que você estava certo e seu amigo errado. Você acredita que , provando que está certo e seu amigo errado , este irá aceitá-lo e amá-lo novamente e tudo voltará a ficar bem. Quando isso não acontece , você interpreta o fato erroneamente e tenta ainda mais , porque pensa que não provou suficientemente que você está certo e que o outro está errado. A brecha aumenta , sua ansiedade cresce , e quanto maior o número de armas que você usar para vencer , mais profundas serão suas dificuldades , até o ponto de prejudicar a si mesmo e ao outros e de agir contra seus próprios interesses. Então surge um conflito ainda maior , decorrente da primeira divisão dualista. Para evitar uma quebra total , com todas as ameaças reais e imaginárias que esta pode provocar – porque o dano real começou a ser forjado - , você enfrenta as alternativas de ter de ceder para apaziguar seu amigo e para evitar maiores danos a você mesmo , ou de continuar lutando. Por ainda estar convencido de que existe um certo versus um errado , a atitude de apaziguar o priva de seu auto-respeito e você luta contra isso. Quer utilize essa “solução” ou não , você estará dividido entre lutar ou submeter-se. Ambas as situações criam tensão , ansiedade e danos interiores e exteriores.
Assim , uma segunda dualidade se desenvolve a partir da primeira. A primeira é “ Quem está certo e quem está errado ? Só eu posso estar certo. Se não for assim , tudo estará arruinado. ” A segunda é : ou ceder a um erro que você não pode admitir , por tratar-se de um erro absoluto , ou continuar lutando. Em certo sentido , admitir um erro significa morte. Assim , você se defronta com as alternativas : admitir o erro , o que significa morte na psique profunda , para evitar conseqüências danosas e a possibilidade de um risco real , pondo sua vida em sério perigo , novamente a morte , no seu sentido mais profundo , ou insistir em que você está totalmente certo. Para qualquer lado que se volte , você vê morte , perda , aniquilação. Quanto mais você luta a favor ou contra , menos há para lutar a favor e mais todas as alternativas se voltam contra você. A ilusão de que um dos lados era bom e o outro era mau o levou à etapa seguinte , inevitável nessa rota de ilusão , que é que todas as alternativas são más. Toda luta dualista está fadada a conduzi-lo a mais armadilhas , sendo todas produtos da ilusão.
Logo que você decide pelo caminho que conduz ao princípio unificado , imediatamente o que de início lhe parecia um bem certo e um mal definido perde sua característica , e você inevitavelmente encontra o bem e o mal em ambos os lados. Ao aprofundar-se nesse caminho , todo o mal desaparece , permanecendo apenas o bem. A via ao princípio unificado conduz às profundezas do verdadeiro eu , à verdade que está muito além dos interesses medrosos do pequeno ego. Quando a pessoa desce a essas profundezas do eu para encontrar essa verdade , ela se aproxima do estado de consciência unificado. Nosso exemplo é bem comum e pode ser aplicado a muitas situações do dia-a-dia , simples ou complexas. Ele pode tomar a forma de uma pequena rixa entre colegas ou de um conflito bélico entre países. Ele está presente em todas as dificuldades que o homem encontra , individual e coletivamente. Enquanto permanecer nesse conflito dualista ilusório , você viverá na desesperança , porque não há outra saída no plano dualista do pensar. Enquanto sua própria existência se identificar com o ego , e portanto com o enfoque dualista da vida , você não terá outro jeito senão desesperar , quer esse desespero esteja encoberto quer seja momentaneamente aliviado por um sucesso ocasional de uma das alternativas dos dois opostos. O desamparo e a desesperança – a energia dissipada da luta dualista – roubam-lhe seu direito inato. É somente no plano da unificação que você pode encontrar seu direito inato.
Tudo o que você aprende através da educação e do mundo circunstante que está atrelado a padrões dualistas , e por isso não é de admirar que você esteja totalmente submetido e adaptado a esse estado de consciência. Tanto isto é verdade que você fica chocado quando descobre que existe outra alternativa. Você não consegue acreditar nela e se apega ao seu padrão costumeiro. Isto cria um círculo vicioso em que as regras e preceitos dualistas que o condicionam a este modo de vida são eles mesmos um resultado de seu medo de renunciar ao estado egoísta que por si só parece assegurar a vida. Você tem a impressão de que abandonar esse estado de ego é o mesmo que aniquilar sua individualidade , o que , naturalmente , é absolutamente errado. Assim , você tem essas regras dualistas por causa de seus medos errôneos e se aferra aos falsos temores devido à sua educação.
Antes de analisar mais detalhadamente o motivo que o leva a apegar-se ao estado dualista angustiante , apesar da possibilidade de acesso imediato ao plano unificado de consciência , gostaríamos de dizer alguma coisa mais sobre o modo de concretizar a unificação dentro de você mesmo. O verdadeiro eu , o princípio divino , a inteligência infinita – ou qualquer que seja o nome que você dê a esse centro interior que existe em todo ser humano – contém toda a sabedoria e toda a verdade que se possa eventualmente imaginar. A verdade é tão abrangente e tão diretamente acessível que nenhum conflito existe quando ela tem condições de operar. Os “se” e os “mas” do estado dualista deixam de existir. O conhecimento dessa inteligência inata ultrapassa em muito a inteligência do ego. É um conhecimento totalmente objetivo ; ele não dá atenção ao auto-interesse mesquinho – é por isso que você tem medo de entrar em contato com ele e o evita. A verdade que flui dele iguala o eu com os outros. Longe de ser o aniquilamento que o ego teme , essa verdade abre as portas do depósito de força e energia vibrante de vida que você em geral utiliza apenas em pequenas proporções e que emprega mal ao dirigir sua atenção e esperanças ao plano dualista , com as opiniões ferreamente sustentadas , com as idéias falsas , vaidade , orgulho , obstinação e medo que esse plano comporta. Quando esse centro vivo o ativa , você começa seu desenvolvimento ilimitado , um processo cujas concretizações se tornam possíveis precisamente porque o pequeno ego não quer mais utilizá-las para encontrar a vida , como o fez , no plano dualista.
Sempre se pode entrar em contato com o verdadeiro eu unificado. Retornemos nosso exemplo para ver como isso acontece. A coisa mais difícil de se fazer , embora , na verdade , seja a mais fácil , é perguntar-se : “Qual é a verdade da situação ?” Ao buscar mais a verdade do que as provas de que está certo , você entra em contato com o princípio divino da verdade transcendente , unificada. Se o desejo de estar na verdade é genuíno , a inspiração deve manifestar-se. Por mais que as circunstâncias apontem para uma direção , você deve estar disposto a ceder e a questionar se o que você vê é tudo o que diz respeito ao problema. Este ato generoso de integridade abre caminho para o verdadeiro eu.
Será mais fácil prosseguir se você chegar à conclusão de que não se trata necessariamente de uma questão de ou...ou , mas que podem existir aspectos de certo na visão da outra pessoa e de errado na sua , aspectos que , até agora , você não percebeu porque sua atenção não se deu ao trabalho de considerar essa possibilidade. Uma abordagem assim imediatamente abre caminho para o plano unificado de existência e na direção do verdadeiro eu. Ela de imediato libera uma energia que é sentida claramente quando isso é feito com intenção profunda e sincera. Ela traz alívio à tensão.
O que você acaba descobrindo é sempre completamente diferente tanto do que esperava como do que temia no plano dualista. Você descobre que não é tão certo e inocente quanto pensava nem tão errado quanto temia. E o mesmo acontece com seu desafeto. Você imediatamente passa a conhecer aspectos da situação que não vira antes , embora fossem bastante visíveis até. Você começa a compreender como o desentendimento surgiu , o que o provocou , qual foi sua história antes mesmo de sua eclosão. Com tais descobertas você alcança a compreensão da natureza do relacionamento. Você aprende sobre si mesmo e sobre o outro , e ao mesmo tempo aumenta seu entendimento sobre as leis da comunicação. Quanto mais ampliar sua visão , mais livre , forte e seguro você se sentirá. Essa visão não apenas elimina este conflito em particular e mostra o modo correto de elucidá-lo , mas também revela aspectos importantes das dificuldades que você tem e facilita sua eliminação através dessa compreensão. A paz vibrante que deriva dessa compreensão ampliada é de valor duradouro. Ela afeta sua auto-realização e sua vida diária. O que descrevemos é um exemplo típico de compreensão intuitiva e unificada : de conhecimento da verdade. Depois da necessidade inicial aparente de coragem e da resistência momentânea em ver uma verdade maior do que a verdade egoísta , seu caminho se torna bem mais fácil do que a luta que resulta do plano ou...ou da vida dualista.
Antes que você possa situar-se no modo unificado de pensar e de ser , a tensão elevar-se-á , pois enquanto permanece no plano dualista , você luta contra a unificação porque acredita falsamente que ao admitir e ver onde está errado e o outro certo , você se rende e se escraviza. Você se torna nada , inútil , insignificante – a partir desse ponto , basta um passo para a aniquilação de sua vida de fantasia. Daí que, para você , abandonar o plano dualista é o maior perigo. A tensão aumentará enquanto seus conflitos se avolumaram. Mas no momento em que você se decidir pela verdade , no momento em que você estiver ansioso e preparado para não ver apenas o seu lado , sua pequena verdade , e para não ceder à pequena verdade do outro por medo das conseqüências se não o fizer , no momento em que você desejar possuir a verdade maior , mais abrangente , que transcende pequenas verdades de ambos , uma tensão específica será removida de sua psique. Estará , então , preparado o caminho para a manifestação do verdadeiro eu.
EMPECILHOS PARA A DESCOBERTA DO VERDADEIRO EU
Recapitulando : os dois empecilhos mais significativos para a descoberta do verdadeiro eu são : primeiro , a ignorância de sua existência e da possibilidade de entrar em contato com ele e , segundo , um estado psíquico tenso , comprimido , com movimentos tensos e comprimidos da alma. Esses dois fatores tornam impossível o contato com o verdadeiro eu e , portanto , com um estado unificado de existência. Enquanto permanecer num plano dualista , você estará passando por uma tensão constante em sua alma. Ao lutar contra um dos aspectos dualistas e se aliar ao outro , observe seus movimentos de alma. Superficialmente , você pode apoiar-se na justificativa aparente da posição a que se alia. Você pode dizer , “Não estou perfeitamente justificado por combater este erro no mundo ?” No plano dualista , as coisas podem passar-se desse modo. Mas com essa perspectiva limitada , você ignora que esse erro existe apenas por causa de seu enfoque dualista quanto ao problema e de sua ignorância básica da existência de outro enfoque. A tensão resultante empana a visão de que existem outros aspectos que unificam tanto o que você considera certo como o que julga errado , independentemente de qual seja realmente o erro.
Este simples ato de querer a verdade requer várias condições , sendo a mais importante a disposição de renunciar àquilo que a pessoa se apega , quer seja uma crença , um medo ou um modo de vida agradável. Quando dizemos renunciar , queremos dizer questionar e estar disposto a ver que há algo mais além dessa perspectiva. Isto nos leva de volta ao motivo de você se apavorar pelo fato de abandonar o estado do ego , o seu modo de vida dualista e angustiante. Por que você resiste tanto em entregar-se a este centro interior profundo que unifica todo o bem e é acessível instantaneamente ? Ele está , contudo , além das pequenas considerações pessoais do ego.

SEU EGO VERSUS SEU CENTRO DIVINO
O plano dualista é o plano do ego. O plano unificado é o mundo do centro divino , o eu maior. O ego encontra toda sua existência no plano em que se sente à vontade. Renunciar a esse plano significa abandonar as exigências do pequeno ego. Isso não significa aniquilação , mas para o ego parece ser exatamente isso. Na verdade , o ego é uma partícula , um aspecto isolado da inteligência-mestra , o eu interior , verdadeiro. Aquele não é diferente desta ; apenas há nele menos do verdadeiro eu. Por ser separado e limitado , ele é menos confiável que aquele do qual brota. Mas isso não significa que o ego deve ser destruído , aniquilado. Na verdade , chegará o momento em que o ego se integrará ao verdadeiro eu , formando um único eu , mais pleno , mais bem equipado , mais sábio. Ele terá um patrimônio maior e melhor do que você pode imaginar.
Mas o ego separado pensa que esse desenvolvimento significa aniquilação. No seu modo néscio , limitado , o ego existe apenas como um ser separado ; daí que ele busca ainda maior separação. Visto que a consciência limitada desconhece a existência do verdadeiro eu - mesmo que seja aceito como uma teoria , sua realidade estará sujeita à dúvida enquanto os equívocos pessoais não forem eliminados - , ela teme afrouxar e soltar seu punho apertado , exatamente o movimento da alma que conduz ao verdadeiro eu. Esta é a luta constante do ego até que cesse de enfrentar um oposto através de reconhecimentos repetidos de uma verdade maior em cada questão pessoal menor.
O verdadeiro eu pode manifestar-se enquanto os problemas pessoais não forem resolvidos. Mas o processo de resolver esses problemas e os primeiros indícios de auto-realização frequentemente se sobrepõem ; um auxilia o outro. Esta maneira de ver sua luta humana básica pode ajudá-lo consideravelmente. Enquanto houver identificação total com seu ego , você continuará a cultivar mais separação , e a conseqüência será a auto-idealização. Deste ponto de vista , a autoglorificação e a idealização parecem ser a salvação e a garantia que ameniza seus medos existenciais. O ego pensa , “Se todos ao meu redor me consideram especial , melhor que os outros , esperto , bonito , talentoso , feliz , infeliz ou mesmo mau – ou qualquer característica que tenha escolhido para sua autoglorificação idealizada – então receberei a aprovação , o amor , a admiração e a concordância de que necessito para viver”. Este argumento significa que , em algum ponto em seu interior , você acredita que pode existir apenas se for percebido , você deixa de viver. Isto pode parecer exagero , mas não é. Isto explica por que sua auto-imagem idealizada é tão destrutiva. Você se sente mais confiante quando faz de tudo para ser notado do que quando faz esforços positivos.
Assim , sua salvação parece estar nos que reconhecem sua existência somente se você for especial. Ao mesmo tempo , a mensagem emitida pelo verdadeiro eu , e que você interpreta mal , quer que você domine a vida , mas você a domina no plano errado e acredita que deve vencer toda resistência que se interponha em seu caminho. Toda pseudo-solução pessoal é um artifício de que você dispõe para eliminar os obstáculos que o impedem de ser algo especial. A pseudo-solução que você escolhe depende de aspectos específicos de seu caráter individual , das circunstâncias e das influências dos primeiros anos de vida. Quaisquer que sejam as soluções – e há três soluções básicas : a da agressão , a da submissão e a da retirada - , elas estão destinadas a suplantar as outras e a definir sua liberdade e realização.
Sua existência parece estar assegurada quando você é plenamente amado , aceito e servido por outros , e você espera chegar a isto triunfando sobre eles. Agora você pode ver que é governado por uma sucessão de conclusões errôneas , todas completamente diferentes na realidade.
Naturalmente , todas as suas reações e crenças podem ser constatadas somente quando você tiver aprendido a aceitá-las. Você também precisa questionar o sentido de uma reação particular e observar o que há atrás da fachada , o que está além do que ela pretende significar. Quando você admite isso , é fácil verificar que todas essas interpretações errôneas o dominam e lhe roubam a beleza da realidade. Você também chegará a entender não como uma teoria , mas como uma realidade – que sua vida não depende de que outras pessoas afirmem sua existência ; que você não precisa ser especial e separado dos outros ; que essa mesma exigência o aprisiona na solidão e na confusão ; que outros lhe darão amor e o aceitarão no momento em que você não desejar ser melhor ou mais especial ou diferente deles. Esse amor chegará quando sua vida não mais depender dele.
Quando você tiver verdadeiramente alcançado o conhecimento , sua realização , em qualquer campo que seja , não poderá ter sobre os outros o efeito que tem quando ela serve para separá-lo. No primeiro caso, realização será uma ponte que leva você em direção aos outros , por não ser uma arma contra eles. No segundo caso , ela criará o antagonismo porque você a deseja para ser melhor do que os outros , o que sempre significa que eles devem estar numa posição inferior. Quando você tem necessidade de ser melhor por meio de suas realizações , o que você dá ao mundo voltar-se-á contra você porque você o oferece em espírito de guerra. Quando você oferece suas realizações para enriquecer a vida e os outros , você e sua vida serão aperfeiçoados por isto , porque você dá em espírito de paz. Neste caso , você se torna parte da vida. Ao retirar da vida – e do centro vivo dentro de você – e ao devolver à vida como uma parte essencial dela , você age de acordo com o princípio unificado.
Sempre que você acredita que “ para viver devo ser melhor do que os outros , devo separar-me “ , o desapontamento será inevitável. Esta crença não pode trazer o resultado desejado porque se baseia na ilusão. O conceito dualista é “ eu versus o outro “. Quanto mais você lutar com os outros , menos eles irão concordar com sua exigência de afirmar o seu eu e mais você vivenciará isto como um perigo semelhante a renunciar à luta em si. Assim , para qualquer lado que você se volte , parece haver um bloqueio. Você se torna extremamente dependente dos outros através de seu conceito ilusório de que se eles não o aprovarem , você estará perdido , enquanto , ao mesmo tempo , você tenta superá-los e obter a vitória. Você se ressentirá da primeira situação e se sentirá culpado pela segunda. Ambas criam grandes frustrações e ansiedade ; nenhuma delas conduz a nenhum tipo de salvação.
Perceba a falta de interesse inicial em questionar suas suposições a respeito de qualquer questão problemática de sua vida. Esta é sua verdadeira pedra de tropeço , porque seu afastamento do que parece tão angustiante e assustador faz com que seja impossível revelar a falácia de sua crença oculta. Quando você observa seus problemas da maneira mais objetiva e distanciada que pode , expressando a perspectiva mais ampla do verdadeiro eu , quando você direciona sua melhor intenção e vontade à questão que o perturba com um desejo autêntico de imparcialidade , você irá primeiramente perceber um recuo com relação a um desejo assim e um modo mais ou menos evidente ou sutil de encobrir seu desejo de fuga. Surpreenda-se neste ato e prossiga com coragem , questionando a si mesmo ainda mais e com maior profundidade. Então você perceberá que a dificuldade externa é uma representação simbólica de sua batalha interior em que você luta pela vida contra a morte , pela existência contra a aniquilação. Você verá que aquilo em que você evidentemente acredita é exigido de outros para que você exista.

A TRANSIÇÃO DO ERRO DUALISTA PARA A VERDADE UNIFICADA
Quando tiver chegado a este nível de seu ser , você será capaz de questionar os princípios que lançaram a base para isso. E esse é o primeiro passo para tornar possível a transição do erro dualista para a verdade unificada. Você também perceberá que renunciar a ideais e convicções é como aniquilar-se , porque estar errado significa morrer , e estar certo significa viver. No momento em que você passar por este movimento de abrir-se e de ter a coragem de querer a verdade , uma verdade mais plena do que aquela que consegue ver neste instante , você chegará a uma nova paz e a um novo conhecimento intuitivo sobre o modo de ser das coisas. Algo em sua substância psíquica enrijecida se afrouxará e preparará ainda melhor o caminho para a auto-realização total.
Cada vez que você relaxa , o clima de sua psique se torna mais auspicioso para o despertar final , total , em direção a seu centro interior , que contém toda a vida , toda a verdade , toda a bondade unificada da criação. Todo passo nessa direção elimina outra concepção errônea ; e cada concepção errônea representa outro fardo. A renúncia ao que inicialmente parecia uma proteção contra o aniquilamento será agora exposta em sua realidade verdadeira : a renúncia a um peso , a um sofrimento , a um aprisionamento. Você então chega a compreender o fato absurdo de que se opõe a renunciar à vida dualista , com todo o padecimento e desesperança que esta contém.
Talvez você possa compreender agora alguma coisa disso tudo , e este fato o ajudará em seu caminho pessoal. Ao aplicar essas verdades à sua vida diária , você verá que as palavras aparentemente abstratas que utilizamos aqui não são algo distante , mas são acessíveis a cada pessoa. Você verá que estas palavras são práticas e concretas , bastando apenas que esteja disposto a ver a si mesmo em relação à vida sobre o pano de fundo de uma verdade mais ampla do que a que você , até agora , está disposto a admitir.
A mensagem que vem do verdadeiro eu diz : “Seu direito inato é a felicidade perfeita , a liberdade e o domínio sobre a vida “. Quando luta por esse direito inato seguindo os princípios dualistas , você se afasta mais e mais da auto-realização , na qual você pode verdadeiramente ter domínio , liberdade e realização total. Você busca tudo isto com meios falsos. Estes são tão variados quanto o caráter de cada indivíduo.
Note como é você mesmo que dá início à falsa luta que leva a uma crescente confusão e sofrimento. Qualquer que seja o modo pelo qual tente vencer , você depende de outros e de circunstâncias que muitas vezes estão além de seu controle atual ; portanto , você está fadado a fracassar. Essa luta fútil enrijece a sua essência psíquica. Quanto mais frágil for essa essência menos você será capaz de entrar em contato com o centro do seu ser interior , que pode dar-lhe tudo aquilo de que você possa precisar : bem-estar , produtividade e paz interior , verdadeiros subprodutos da descoberta do verdadeiro eu.
O único modo de que você dispõe para entrar no estado de união onde você pode verdadeiramente alcançar o domínio é renunciar à falsa necessidade de vencer , de estar separado , de ser especial , de estar com a razão , de querer as coisas a seu modo. Descubra o bem em todas as situações , quer as considere boas ou más , certas ou erradas. É desnecessário dizer que isto não significa resignação nem rendição medrosa ou fraqueza. Significa seguir com o fluxo da vida e lidar com o que até agora está além de seu controle imediato , seja ou não de seu agrado. Significa aceitar o lugar onde você está e a vida que lhe está reservada neste momento. Significa estar em harmonia com o seu próprio ritmo interior. Esse procedimento abrirá o canal para o seu Eu divino , acontecendo finalmente a auto-realização total. Todas as suas manifestações na vida serão motivadas e vividas pelo princípio divino que opera em você e que se expressa a si mesmo através da sua individualidade , integrando as faculdades do seu ego com o eu universal. Essa integração aperfeiçoa a sua individualidade ; ela não a diminui. Ela intensifica cada um de seus prazeres ; ela não lhe retira absolutamente nada.
Possa cada um de vocês compreender que a verdade está dentro de cada um. Tudo aquilo de que precisam está em vocês. Possam todos descobrir que , na verdade , não precisam lutar , como vêm fazendo continuamente. Tudo o que precisam fazer é reconhecer a verdade , seja qual for a posição em que estejam agora. Tudo o que precisam fazer , neste momento , é reconhecer que pode haver em cada uma mais do que podem ver ; invoquem esse centro interior e estejam abertos às suas mensagens intuitivas. Possam descobrir que isso é possível exatamente onde vocês mais dele necessitam neste momento particular. Seu parâmetro é sempre o que parece mais desconfortável , aquilo do qual você está mais tentado a desviar-se.
SHAUMBRA e NAMASTÊ !!!   

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A TRILOGIA - " O PLANETA SHAN - A SAGA DOS COMANDANTES ESTELARES " - SEGUNDA PARTE















SEGUNDO EPISÓDIO :

 “ A PROBLEMÁTICA E O HERCÚLEO TRABALHO NO PLANETA SHAN “

Para explicarmos como está sendo o trabalho dos seres da nave estelar Shan no planeta Shan ( Terra ) é necessário estudarmos qual a situação multidimensional do nosso planeta desde o início dos anos de um mil e seiscentos que foi quando a nave Shan ancorou na psicosfera ou campo energético deste planeta. Primeiro , você pode questionar porque a nave estelar veio do futuro para o passado que seria o ano terrestre de um mil e seiscentos, porque não voltar no tempo para o ano dois mil e vinte , dois mil , um mil novecentos e cinqüenta , por exemplo ?
Multidimensionalmente o planeta Shan possui um plano astral muito denso. E neste plano , o trabalho a ser feito é mais difícil do que no plano físico. Para vocês terem uma idéia , no ano de um mil e seiscentos , somando os seres do plano astral ou de desencarnados e do plano físico da superfície do planeta Shan existiam cerca de quarenta e seis bilhões de seres da dimensão mais densa. Verificamos que naquela época haviam cerca de cinco bilhões de seres que eram de polaridade bem negativa, ou seja , seres que são insistentes em priorizar o estado de ignorância e separação da Fonte Cósmica. Uma parte destes seres já tinham sido expurgados de outro planeta a milhões de anos , da estrela chamada Capela ( Existe até um livro chamado  “Exilados de Capela” ) , e mesmo tendo vivido por milhões de anos por aqui , cerca de setenta por cento deles ainda não tinham reciclado seu comportamento para um caminho evolutivo, pois continuavam tal como viviam em Capela , sendo mais um problema planetário. Naquela época não havia tantas intervenções extra-terrestres tal como ocorre nos dias atuais. Então os planos astrais ou de quarta dimensão possuíam praticamente o domínio dos capelinos e annunakis de energia de polaridade negativa e muitos deles eram e muitos ainda são chefes umbralinos das dimensões mais baixas e manipulam e hipnotizam bilhões de seres não desenvolvidos , incautos e que  se submetem a eles. Portanto este é o motivo de virmos para cá nos anos de um mil e seiscentos. Naquela época os campos de energia montados no planos astrais pelos capelinos e annunakis , com energia muito negativa , eram mais frouxos do que hoje em dia , quando foram reforçados posteriormente por seres também de polaridade negativa que são os seres extra-terrestres chamados draconianos , reptilianos , grays , seres reptilianos oriundos da estrela Sirius B . Todos Estes já existiam naquela época , mas tinham uma influência astral muito menor (* Ver observação no fim deste episódio ). Foi só agora pelos anos de um mil novecentos e cinqüenta que os novos seres extra-terrestres regressivos começaram a chegar em massa por aqui.
A milhões de anos existe um campo de energia que envolve a Terra , chamada barreira de freqüência ou MATRIX. Esta barreira não só evita a entrada de energias cósmicas positivas , pois as reflete, não permitindo que os habitantes do planeta recebam o benefício das novas energias, como também reforça e realimenta o padrão de baixo nível que impera no planeta. A população da superfície simplesmente realimenta e também reforça esta barreira com seus pensamentos desconectados do Cosmos. A barreira existe tanto a nível etérico , como astral e até mental e constitui em espessas camadas como cascas de cebola , tendendo para as cores vermelha , marrom ou verde , possuindo até características como cheiro fétido e no tato sente-se como se estivesse pegando algo gelatinoso e que escorre pelas mãos. No ano de um mil e seiscentos haviam cerca de vinte e cinco capas energéticas que compunham esta MATRIX.
O plano astral negativo possuía quase a totalidade da população , não havendo quase planos astrais mais positivos em que existiam amplos locais de estudo em que a consciência aprendia diversas matérias como multidimensionalidade ,  planejamento de sua próxima encarnação , assistencialidade , ascensão , desenvolvimento da vontade inquebrantável , coligação à Fonte Cósmica , etc – são o que chamamos de cursos intermissivos.  
Estes problemas acima são tão sérios , que eles causam muito restringimento para o ser da superfície da Terra, seja em estado encarnado ou desencarnado. Para vocês terem uma idéia existe uma diferença enorme entre um ser vivendo dentro da MATRIX e outro que vive fora daqui. Dentro da MATRIX sua consciência tende a ser tão restringida que está apenas numa dimensão . Ou se está com a consciência apenas no físico ou no astral e não se acessa dimensões superiores quando dentro da MATRIX , ou se está em várias dimensões ao mesmo tempo, quando fora da MATRIX. Tanto que a única forma de um ser físico acessar a dimensão astral ou outras dimensões é com ajuda de algum ser desencarnado ou de outras dimensões ou chamados guias espirituais , enquanto que fora da MATRIX se acessa várias dimensões sem precisar de ajuda, ou seja, de forma anímica.
Praticamente não existiam seres encarnados ou desencarnados da superfície da Terra que conseguiam captar a energia cósmica libertadora fora da MATRIX. Não havia ser que conseguia , então , absorver e irradiar energias puras para o planeta ou que disseminasse o arquétipo ou padrão universal do Cosmos.
Por volta dos anos de um mil novecentos e cinqüenta a população da Terra de superfície começou a atrair pelos seus pensamentos , sentimentos , emoções e atos – holopensene - mais seres extra-terrestres de polaridade negativa. Também como a civilização da superfície começou a fazer até experiências atômicas num sentido belicoso , pela Lei da Atração Universal , começou a atrair draconianos , reptilianos , annunakis e grays ou cinzentos em massa o que trouxe um novo problema para ser resolvido. Não só seres negativos foram atraídos , mas também catástrofes planetárias , devido a ocorrências internas como terremotos , tsunamis , enchentes , etc ; também começaram a atrair vários objetos como cometas , asteróides , meteoros , planetas de outras dimensões , etc ; que entravam em rota de colisão ou de alteração da órbita do planeta Shan. Aqui se tornou um planeta que abre constantemente vários portais de polaridade negativa por onde penetram forças involutivas e calamidades diversas. Hajam hierarquias celestiais diversas para velarem por este planeta.
Também o planeta Shan não era unificado , no sentido de que suas civilizações de todas as dimensões não trabalhavam em conjunto , principalmente porque várias delas mantinham reservas em relação à população da superfície mais problemática. Neste planeta existem , por exemplo , civilizações no interior do planeta que é oco como todos os planetas do Universo , mas que prefere se manter em estado de auto-defesa em relação à população desconectada do Cosmos da superfície ; o mesmo ocorre em relação a civilizações existentes nas dimensões superiores a quarta ou astral , como as cidades existentes a nível chamado suprafísico de sexta para sétima dimensões como MIZ TLI TLAN , AURORA , ERKS , MIRNA JAD , ANU TEA , LYS-FÁTIMA , NISKALKAT , LINCAN CABUR , etc. Todas estas outras dimensões ajudam como podem a população da superfície , mas respeitam as escolhas de cada um que pode cometer atos desvinculados ou egoístas que realimentam a MATRIX . Também se verificava que os seres elementais estavam sendo dizimados pela população da superfície, bem como os seres animais e vegetais de superfície. Mesmo seres dévicos legítimos quase não conseguiam entrar na psicosfera do planeta Shan.
Quando a nave estelar chegou ao planeta Shan , seus representantes estelares começaram a traçar a agenda ou planejamento do trabalho que seria feito.
Uma das prioridades foi decidir o que fazer com os quase cinco bilhões de seres de polaridade negativa que habitavam a dimensão física e astral. Decidiu-se junto com as hierarquias chamadas Logos Planetários que estes seres, uma vez que insistiam em não melhorar e ainda prejudicavam o planeta , seriam expurgados para outro planeta onde seriam exilados. A maioria daqueles seres que vieram da estrela Capela seriam , então , expurgados pela segunda vez.
Também decidiram trabalhar na desativação e destruição da MATRIX que existia a milhões de anos. Sabiam que este processo seria gradual, pois não adiantava simplesmente destruí-la, mas a população da superfície também deveria evoluir no sentido que emitisse um holopensene positivo, pois se fosse a MATRIX simplesmente destruída, mas a população de superfície não melhorasse esta sua energia nociva , este padrão negativo seria disseminado para o Cosmos e afetaria negativamente o Universo ao redor, o que era justamente o que havia acontecido dali para o futuro inicial.
Portanto a nave Shan também começou a inspirar vários terrestres no sentido de despertá-los para a multidimensionalidade através de processos de canalização e patrocínio de experiências espirituais extracorpóreas de forma produtiva e que expandissem a consciência dos contatados. Vários dos chamados contatados são apenas seres preparados para viverem no plano físico, mas já portanto alterações paragenéticas e possuindo implantes positivos oriundos de dimensões mais sutis que facilitam à conexão com hierarquias espirituais.
Quando a nave Shan chegou a este planeta , primeiro estabeleceu o contato com as civilizações mais evoluídas , seja da Terra Oca, como das civilizações suprafísicas diversas. Até hoje , nosso contato, com estas civilizações é tão amigável que o tão esperado primeiro contato oficial que a população da superfície do planeta Shan tanto espera , já sempre aconteceu e acontece desde o início com estas civilizações mais sutis deste planeta. Nestas locais, os contatos são rotineiros , como de verdadeiros irmãos.
O planeta Shan é um local , cuja superfície é de terceira dimensão , enquanto que a nave Shan é de oitava dimensão. Como somos muito sutis e também como não havia ser encarnado e mesmo desencarnado daqui que captasse e irradiasse as energias cósmicas, pois havia o bloqueio da barreira de freqüência ou MATRIX a milhões de anos , decidimos que um certo número de seres agentes da nave Shan encarnariam no planeta Shan a partir dos anos um  mil e seiscentos. Vinte e oito mil e sessenta e cinco seres se dispuseram e eram suficientes segundo nossos estudos. Passariam por três ou quatro encarnações conforme o caso até os anos de dois mil e sessenta. Como viemos não só para impedir que a energia tirânica que existia na superfície terrestre contaminasse a linha do futuro de milhares de outros planetas e satélites , mas também queríamos fazer mais , que seria limpar energeticamente o planeta Shan , de tal forma que ocorresse o inverso, ou seja um estado de transição planetária da terceira para as quartas e quintas dimensões , encarnamos seres de todos os cento e dois planetas que habitavam a nave Shan. Dos vinte e oito mil e sessenta e cinco que seriam encarnados , a maioria , três mil cento e noventa e oito eram oriundos da galáxia de Andrômeda. A escolha foi dessa forma porque os seres oriundos da galáxia de Andrômeda que foram convocados na nave Shan não possuíam nenhum contato anterior com o planeta Shan , e seriam os mais imparciais , impessoais e sem bandeira de tal forma que seriam também os mais aptos para captar a energia fora da MATRIX para irradiação posterior ao planeta da forma mais pura e eficiente. Existem um grupo de seres que vieram de alguns planetas da galáxia de Andrômeda para cá há cerca de dez mil anos atrás e entraram no círculo cármico deste planeta ; não estamos nos referindo a estes últimos aqui que são seres magnâmicos e que fazem vastos trabalhos espirituais há milênios. É claro que é inestimável a ajuda de todos os seres da nave Shan de todas as outras origens que encarnaram como os orionianos , pleiadianos , arcturianos, sirianos , arcturianos , marcianos, etc .Pois estes é que possuem mais conhecimento de como funcionam as coisas por aqui. Eles seriam fundamentais para servirem como ”ponte” para os andromedanos. Sem a presença dos seres originários de planetas que já haviam criado algum vínculo com o planeta Shan no passado, não haveria como os andromedanos trabalhassem com eficiência por aqui. O trabalho é sempre conjunto e multidimensional, precisamos de todos para que o processo aconteça dentro do planejado. Quando os seres da nave Shan começaram a encarnar aqui , sempre procuraram ser representativos no sentido de que nasceram em todas as regiões do globo. Nunca houve encarnação de um ser oriundo da nave Shan na mesma família de outro ser que veio da mesma nave. O que se procurou é espalhá-los pelo mundo. Antes de encarnarem no plano físico do planeta Shan , sempre nas dimensões astrais positivas que eram locais minoritários naqueles planos , se faziam planejamentos e acordos para que os extra-terrestres da nave Shan nascessem em ambientes em que seus parentes seriam terrestres que chamamos de “saturados” ou consciências que passavam pelo plano astral mais evoluído. São considerados “saturados” porque o campo energético da superfície do planeta Shan é tão coercitivo que estes seres se sentem tão oprimidos, não por incompetência, mas por serem mais puros , que precisam entrar em contato com novas energias, e isto é justamente o que seus familiares oriundos da nave Shan fazem , inundam eles com as energias vindas fora da MATRIX , que é o que eles necessitam. Sabemos que quando nossa tarefa da nave Shan estiver completa e calculamos que isto duraria algo em torno de quatrocentos e sessenta anos. Depois , quando fôssemos embora deste planeta, levaríamos conosco possivelmente quase todos os seres terrestres “saturados” que foram nossos familiares , parentes, amigos e colegas , ou seja iriam embora vários terrestres que como estão saturados evolutivamente na Terra , mudariam de planeta para predispor uma evolução mais otimizada. Eles , com certeza , evoluiriam muito mais se fossem para outras civilizações avançadas do planeta Shan ou para viver em outros planetas em sua maioria. Milhões e milhões de seres terrestres saturados estão indo embora deste planeta para planetas mais evoluídos , mesmo considerando que o planeta Shan passe para a quarta e quinta dimensões ; pois eles normalmente estão se polarizando no mínimo em sexta dimensão, enquanto que o planeta Shan mais denso mesmo no futuro só pode oferecer até uma quinta dimensão. Então o planeta Shan futuro ainda estaria em subnível em relação aos terrestres “saturados”. Assim , o nosso trabalho está bem claro. É claro que como escolha de cada um é sempre levado em conta , existem aqueles seres “saturados” que decidirão ficar mesmo assim aqui na Nova Terra em um trabalho de compaixão e de missão evolutiva. Nós também precisamos reencarnar , porque como a nave Shan é de oitava dimensão e o planeta Shan de superfície é de terceira dimensão, precisávamos encarnar nosso agentes para poder mobilizar a energia densa tridimensional e mesmo etérica ou ectoplásmica , algo que a nave Shan não tinha acesso. Como era necessário fazer uma reurbanização , resgate e encaminhamento de consciências do plano astral do planeta , as naves menores que saiam da nave-mãe-cidade Shan teriam que se rebaixar de nível dimensional , pois estão em oitava dimensão enquanto que o plano astral do planeta está em quarta dimensão. No entanto, se os seres encarnados oriundos da nave Shan simplesmente fizessem experiências extracorpóreas , o que eles faziam com muita facilidade , levariam a energia densa tridimensional e ectoplásmica de encarnados para a quarta dimensão e como possuem vínculo com os seres da nave Shan que vinham nas naves, repassariam a energia ectoplásmica para as naves que se “vestiriam” com esta energia densa , e poderiam assim, se materializar na quarta dimensão ou astral para fazer seus trabalhos. Em todas as naves menores que saem de dentro da nave-mãe-cidade Shan sempre existe pelo menos um ser encarnado que é oriundo da nave Shan  e que saiu numa experiência extracorpórea. Sempre é necessário um encarnado destes para criar um campo de energia que mantenha as naves menores materializadas no plano astral.
Os andromedanos encarnados no planeta Shan possuem uma agenda bem específica. Não só fariam constantes excursões extrafísicas no sentido de ir desativando e retirando capas da MATRIX ou barreira de freqüência , como fariam confrontos e encaminhamentos diretos com os seres de polaridade negativa de diversas origens que querem invadir o planeta Shan , trabalho feito em conjunto com os agentes da nave Shan de outras origens planetárias. Podemos aqui pensar que uma consciência evoluída deva se manter em tão alto nível que deveria evitar confrontação com seres de polaridade  negativa. Só que isto é o que os seres mais evoluídos do planeta Shan estavam fazendo; como evitavam qualquer confrontação , permitiam que os seres negativos do planeta continuassem fazendo suas atrocidades e permitiam , também , que estes obsessores do planeta ainda aumentassem seu poder de influência. O planeta Shan já não existiria mais , se não fosse a intervenção dos seres originários da nave Shan ou dos seres estelares também provindos das Federações Galácticas do tempo presente . Nós pegamos o “trabalho pesado” que ninguém queria assumir . Se não houvesse intervenção , ou o planeta Shan já teria sido destruído por uma catástrofe , explodido numa guerra nuclear ou dominado e escravizado por seres extra-terrestres regressivos. Por isso, resolvemos intervir e confrontar. Vários seres que encarnaram originários da nave Shan seriam fisicamente instrutores ou “facilitadores” espiritualistas e fariam várias experiências extracorpóreas com muita rememoração em que fariam resgates e desassédio de seres no plano astral , bem como reurbanizações de sítios extrafísicos e outros trabalhos anônimos que ainda não podem ser revelados aos habitantes do planeta Shan. Vale informar que um ser andromedano possui uma voltagem de energia tal alta que só dez por cento desta energia pode ancorar no corpo físico dele. Se ocorresse uma absorção de mais energia, simplesmente o corpo físico desintegraria. Muitos andromedanos parecem mais desencarnados do que encarnados e não são de forma alguma entendidos ou compreendidos por seres deste planeta que fazem parte de áreas espiritualistas. Estas pessoas que fazem parte destes grupos espiritualistas que estão normalmente polarizados na quarta dimensão ou astral ou na quinta dimensão ou mental , pensam de forma totalmente equivocada que os andromedanos são obsediados e na verdade , eles , os andromedanos , fazem um trabalho tão grande de desassédio do planeta , pois estão polarizados no mínimo em oitava dimensão, mas fazem trabalhos em até décima quinta dimensão que , inclusive , retiram aparelhos parasitas colocados nos corpos dos seres encarnados ou desencarnados por seres extra-terrestres de polaridade negativa em conjunto com magos negros terrestres – então , estes andromedanos estão sendo constantemente “crucificados” com as energias densas da população de superfície encarnada e desencarnada. Eles absorvem tanta energia densa para limpar que podem ser rotulados negativamente e de forma que não corresponde à realidade multidimensional. Por exemplo , existem seres chamados de Starseeds ou sementes estelares desta galáxia que podem ver através de seu parapsiquismo , seres regressivos draconianos , reptilianos, etc em nosso campo de energia e podem chegar a conclusão errônea de que nós andromedanos somos na verdade seres draconianos ou reptilianos. E o que realmente está acontecendo , é que nós andromedanos funcionamos como o que chamamos de "isca extrafísica" ; simplesmente atraímos estes seres para o nosso campo de energia para aliviarmos outros seres que estávamos tratando. Mantemos estes seres regressivos em nosso campo de energia e depois os encaminhamos .  Os andromedanos são seres que funcionam como lente de aumento , sentindo todo o planeta físico e extrafísico ao mesmo tempo e fazendo assim, conseguem renovar a cada instante a energia do planeta. Se há muitos deles que são atualmente representantes estelares , muitos deles também são atuantes Logos Planetários e da mesma forma que qualquer ser de um planeta está dentro do campo de energia ou da psicosfera de um Logos Planetário da Terra , os andromedanos também executam a função de Logos Planetários.
Quando os vinte e oito mil e sessenta e cinco seres originários da nave Shan encarnaram no planeta pelos anos um mil e seiscentos , esta primeira encarnação não foi nada produtiva. Simplesmente estes seres foram engolidos pelas energias densas da MATRIX . Tinham experiências extracorpóreas , mas não tinham rememoração das mesmas e fizeram muito pouco ou nenhum trabalho espiritual. Quando morreram ou desativaram seu corpo físico ou soma , retornaram a nave Shan , e analisando as suas vidas físicas recém-findas , traçaram novos planejamentos para a vida seguinte. Perceberam que a população da Terra possuía uma capa de energia individual chamada tela búdica que se amortece noventa por cento das energias densas recebidas positivas ou negativas , ou seja ,  criava um campo auto-defensivo relativo , também impediam as experiências espirituais com total lucidez e rememoração. Decidiu-se que uma parte destes seres da nave Shan reencarnariam nas próximas vidas sem a tela búdica , que se tornaria a pessoa encarnada mais absorvedora das energias densas em cem por cento , sem amortecimento , também proporcionaria muito mais desenvoltura espiritual , lucidez e lembrança. E também decidiu-se que esta parte de seres viria como um ser entrante ou wal-kin , ou seja, tomaria um corpo de outros ser terrestre que morresse em certa idade. Ocorreram acordos espirituais entre seres da nave Shan e terrestres neste sentido no período entre-vidas e muitos só reencarnaram em corpo de adulto , com algumas exceções . Estes que seriam wal-kins ajudariam àqueles outros agentes encarnados da nave Shan que não fizeram tal opção. Sairiam em experiências espirituais para exteriorizar energias para os encarnados não-walkins oriundos da nave. Assim, um tipo ajudava o outro com energias, os wal-kins irradiavam lucidez e rememoração para os não-walkins e estes criavam campo de defesa energético para os wal-kins.
E o nosso herói Asgard, o que aconteceu com ele nestas quatro vidas por que passou encarnado no planeta Shan ?
Quando chegou aqui no planeta Shan a nível espiritual , a primeira coisa que fez foi baixar de dimensão, da oitava para a dimensão astral ou quarta dimensão. A energia ectoplásmica densa necessária para a materialização foi fornecida por seres da hierarquia planetária do planeta Shan em conjunto com seres chamados mestres ascensionados e seres elementais. Eles em conjunto com os Logos Planetários retiraram da Mãe Gaia esta energia densa necessária e exteriorizaram tal energia para Asgard que absorveu elas e se materializou no planos astral. Quando nasceu em sua primeira vida no planeta Shan, nos anos de um mil seiscentos e cinquenta , veio num corpo feminino e habitou uma região da Índia. Muito pouco fez naquela vida , pois não tinha experiências extracorpóreas ideais e também não tinha lembrança das mesmas. Morreu fisicamente por volta dos dezesseis anos de idade. Ocorreu uma epidemia na região onde vivia e por isso desencarnou cedo para o plano astral. Já no plano astral, depois retornou à nave Shan. Tendo em vista que foi decidido que um certo número de seres da nave reencarnaria agora sem tela búdica e de forma wal-kin ou entrante , Asgard se disponibilizou para este processo. Veio numa segunda vida , e no ano de um mil setecentos e setenta e quatro ocupou um corpo físico que tinha dezesseis anos. O walk-out ou ser terrestre que cedeu o corpo num acordo pré-encarnatório muito se beneficiou neste processo, pois foi fazer um estágio na nave Shan como convidado. Este ser sempre nasceu mesmo nas duas vidas seguintes e sempre forneceu este corpo para Asgard em certa fase de sua vida. Asgard na segunda vida teve grande desenvoltura no plano extrafísico e viveu na Europa. Fez reurbanizações , resgates e desassédios mil e combate e encaminhamento de seres regressivos. Na vida física foi “facilitador” espiritualista quando podia. Teve várias profissões , viajou por vários países  , teve família , mas não teve filhos. Foi perseguido pela chamada Inquisição. Desencarnou por volta do ano de um mil oitocentos e vinte. Quando voltou na terceira vida . nasceu nos Estados Unidos , e entrou no corpo do mesmo walk-out conforme combinado , no ano de um mil oitocentos e setenta. Também teve várias profissões e viajou bastante. Novamente teve família, mas não teve filhos. Também foi palestrante, instrutor espiritualista e até fez parte de uma instituição dos Estados Unidos que mais para a frente seria chamada de Fundação Edgar Cayce. Trabalhou com este fundador e triplicou seu feitos e trabalhos extrafísicos. Tal como na vida anterior, chegou a ser perseguido por instituições e pessoas ortodoxas patrocinadas por seres de polaridade negativa. Desencarnou no ano de um mil novecentos e trinta. Na encarnação atual , Asgard teve que nascer como wal-kin antes do tempo , pois o terrestre walk-out desencarnou com quatro anos de idade devido a uma broncopneumonia que não estava prevista. Asgard, então , assumiu o corpo de uma criança. Nasceu na América do Sul. É também instrutor espiritualista , viajando muitíssimo , decuplicou as suas experiências e trabalhos extrafísicos , possui família e duas filhas. Tem total desenvoltura em experiências extracorpóreas e faz projeções de consciência contínua, sem nenhuma perda de lucidez. É muito mais lúcido nestas experiências espirituais do que quando está acordado no plano físico. Vale informar que Asgard nestas quatro vidas , mesmo estando na psicosfera do planeta Shan , quando faz viagens espirituais , sempre faz viagens também para fora da MATRIX do planeta Shan , para outros planetas , para a galáxia de Andrômeda , para o planeta Hayon e visita seus familiares daquele planeta , pois Asgard continua existindo na oitava dimensão e seus corpos físicos que possuiu encarnados no planeta Shan são só avatares do Asgard original dominante de oitava dimensão. E ele, quando está na nave Shan ou fora da MATRIX nem pensa em sua problemática existência dentro da MATRIX neste planeta. É como se nunca tivesse vindo para cá. Esta vai ser a última vida de Asgard no planeta Shan . Depois vai inicialmente para um plano espiritual evoluído do planeta Marte – lá todos os planos são mais evoluídos . Vai encarnar no planeta Marte de sexta para sétima dimensão e vão estar com ele vários ex-terráqueos “saturados” com quem criou vínculo quando esteve aqui nestas quatro encarnações no planeta Shan !!!

CONTINUA A TERCEIRA PARTE FINAL EM MARÇO DE DOIS MIL E DOZE COM O ARTIGO : A ALVORADA DO NOVO PLANETA SHAN. IMPERDÍVEL !
Um pouco de humor : vinheta ( você pode acessar as músicas da série de Star Trek que estão no final da página deste blog )
Consciência e espaço, as fronteiras finais...

Estas são as viagens da Nave-Mãe Shan...

Prosseguindo em sua missão para ajudar os novos mundos...

Interagindo com novas vidas e novas civilizações...

Audaciosamente indo...

Onde ninguém...jamais...ESTEVE!

NOTA DO AUTOR : Há um ponto que precisa ficar bem claro. Os andromedanos a quem nos referimos em nossos artigos são seres originários da GALÁXIA DE ANDRÔMEDA que está distante de mais de dois milhões de anos-luz de onde estamos agora. E também , naquela galáxia existem bilhões e bilhões de planetas , então estes andromedanos provém não só de um planeta , mas de inúmeros planetas daquela galáxia e portanto possuem diferenças enormes a nível físico , emocional  , mental e espiritual entre si. Agora , existem também , os seres chamados de andromedanos que não são originários da galáxia de Andrômeda , mas sim da CONSTELAÇÃO DE ANDRÔMEDA que é um conjunto de estrelas situadas aqui mesmo na galáxia VIA LÁCTEA. Portanto existem os andromedanos da GALÁXIA DE ANDRÔMEDA e existem os andromedanos da CONSTELAÇÃO DE ANDRÔMEDA que se localiza na GALÁXIA VIA LÁCTEA. Convém não confundirmos os dois tipos. 

* OBSERVAÇÃO : Jamais podemos generalizar. Quando dissemos que os seres capelinos , draconianos , grays , reptilianos e annunakis são de polaridade negativa ,  isto ocorre num grande percentual nestas espécies. No entanto , existem , na constelação de Órion , reptilianos e draconianos que são grandes amparadores muito sábios. Existem grays ou cinzentos amparadores e até um tipo deles que são fisicamente semelhantes a crianças ou bebês, mas com os olhos característicos grays , que são grandes curadores multidimensionais e habitam certas estrelas específicas. Já há seres annunakis que deixaram de “brincar” de Deus e também já fazem parte dos trabalhadores da luz. Trinta por cento dos capelinos que vieram para a Terra também já fizeram coligação com desígnios cósmicos. Portanto é melhor analisar cada caso individualmente ; num cesto sempre podem existir “maçãs podres e maçãs boas “. Estes seres que aqui listamos trabalham junto conosco na nave Shan...Sejam Muito Bem-Vindos Irmãos Cósmicos !!!  


SHAUMBRA e NAMASTÊ !!!